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Tipo de entidade
REIS, Pedro, 1942-2014; Autor Documento
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1942
Nota Biográfica
Pedro Pacheco dos Reis nasceu a 05/01/1942, no Hospital da Misericórdia de Lagos, e faleceu a 07/01/2014. Filho de Lia Maria Pacheco, natural de Odeceixe, professora do ensino primário, e de Francisco Faustino dos Reis, natural de Sagres, proprietário, eleito por duas vezes presidente da Câmara Municipal de Vila do Bispo. Teve duas irmãs mais velhas, Maria Margarida e Maria José. Até aos 21 anos viveu na vila da Luz (atual Nossa Senhora da Luz), onde a sua mãe era professora do ensino primário. Estudou no Externato Gil Eanes, em Lagos. Muito ligado às atividades da paróquia de Nossa Senhora da Luz, fez aí a 1.ª comunhão e aí foi catequista, participando nas diversas religiosas e populares de então: récitas, marchas, mastros, santos populares, festa da Padroeira, etc. Prestou serviço militar em Tavira, Santarém, Vendas Novas e Angola (Nambuangongo e Malange), regressando a Lagos em 1967, onde fixou residência, primeiro na rua Soeiro da Costa e na rua dos Quintais e, depois, na praceta Dr. António Henrique Balté. Foi funcionário dos Serviços Municipalizados de Lagos e da EDP. Iniciou-se na escrita de poesia aos 11 anos. Fez incursões no texto dramático, sendo autor de uma peça de teatro popular e foi autor de diversas marchas para os Ranchos Folclóricos da Figueira, do Hotel de Lagos e do Marítimo e de marchas populares de Bensafrim, Odiáxere, Portelas, Espiche, Filarmónica 1.º de Maio e Sport Lagos e Benfica. Em 1975, participou no III Salão de Artes de Lagos com vários trabalhos (pintura e escultura). Entre 1986 e 1993, pelo menos, foi o autor dos Cantares de Reis da Banda da Sociedade Filarmónica 1.º de Maio e do Grupo Coral de Lagos. (Cf. «Notas ao Programa» in Aldeia da «Senhora do Forte»: Pequeno Concerto [19 de Junho de 1993]. Sócio da Sociedade Portuguesa de Autores. Durante vários anos, foi o autor da letra e música dos Cantares de Reis apresentados na cidade de Lagos. Em Setembro de 1989, iniciou a sua obra mais emblemática: a «Aldeia da Senhora do Forte», cuja construção demorou três anos e meio, num total de 5.300 horas. Terminou a obra e os textos que a completam em Abril de 1993. Terminada a obra, doou-a ao Museu de Lagos, por escritura de 11/06/1993 e foi inaugurada a 19/06/1993. Todos os anos é celebrado o aniversário da inauguração da "Aldeia da Senhora do Forte" que tem ganho uma vida comunitária real com diversas iniciativas educativas e culturais. Em 2011, a obra recebeu o Prémio Mediterrânico de Paisagem do programa PAYS.MED.URBAN, na categoria C – Experiências de Sensibilização e Formação, pela «Festa da Aldeia da Senhora do Forte – a paisagem do meu imaginário.»

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